Número de mulheres agredidas é muito alto

enviada por Joel Sax | data: 20.08.2008 | categoria: Social

Poucos são aqueles que conseguem falar de um drama pessoal sem tremer a voz, embaçar a vista ou pausar a narrativa. Geralmente, o discurso é tricotado de silêncios, tão curtos e profundos quanto a respiração. Jailda dos Santos é uma dessas poucas pessoas, expõe seu drama de violência doméstica com segurança e desenvoltura. Este mês, a lei de proteção às mulheres, conhecida como Lei Maria da Penha, completa dois em vigor e o desabafo consciente de Jailda serve de estímulo para a denúncia às mulheres que enfrentam o mesmo problema.





Professora e mãe de três filhos, Dona Jailda foi casada durante 18 anos e conta que as agressões começaram com xingamentos quando o casal discutia. Com o tempo, os palavrões foram substituídos pela violência física. Certa vez, ela teve dois dedos da mão esquerda fraturados pelo marido. "No início, eram só palavrões e gritos. Depois, ele começou a me bater. Numa das brigas que tivemos, quebrei dois dedos e fiquei com hematomas pelo corpo", relembra.





 Configura violência doméstica e familiar contra mulher qualquer ação baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, dano moral ou patrimonial. Em Sergipe, o último levantamento realizado pelo Centro de Atendimento a Grupos Vulneráveis (CAGV) indica que de janeiro até julho deste ano, já foram feitas 1319 denúncias de agressão. Em 2007, foram registradas 2004 ocorrências.




Fonte: Correio de Sergipe


  • Por germano fleischfresser junior em 02.10.2008 às 14:02h
    E-mail: germanoflecha@hotmail.com

    meu nome é germano,eu fui um agressor de mulheres ,hoje estou sozinho pois fiz por merecer. sou vizinho de um homem monsruoso ,advogado, que trouxe dos eua uma mulher viuva, sua ex namorada de juventude, ela era viuva de um médico e com ele teve 2 ou 3 filhos,ela é brasileira com dupla cicacaniaa´pos 4 anos de convivência ele deixou-a na miséria e sempre a espanca, tortura fisica e emocionalmente, ela já me pediu socorro, comida, e apoio, eu tenho feito o q. posso 9inclusive orientando para q. ela procure a delegacia da mulher se vcs. puderem ajudar entrem em contato comigo por e-mail q. eu passo o e-mail dela, ela esta totalmente dependente de crack, por isso a ajuda deve ser feita se o for por alguém q. possa atuar nessa area, respeitosamente germano


     

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